quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Fragmentos...
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Diálogos
sábado, 4 de setembro de 2010
Fim da II Era Fábica - Início daTerceira Era 21-30
sábado, 19 de junho de 2010
Um mundo coberto de penas
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Atrase seu relógio em uma hora.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Manor of [...] Scrolls
Parece um mal-estar, que me percorre por completo, consumindo-me. A agonia parece crescer exponencialmente. Sinto vontade de gritar, quebrar tudo, exacerbar meus sentimentos. Mas, por outro lado, não consigo fazer nada, tudo parece ser tão pesado e sufocante. Gostaria muito de poder falar isso para alguém, assim, pessoalmente, mas não dá. Existe alguém a quem possa recorrer além de mim mesmo? Nem mesmo aqui, seio familiar, consigo vislumbrar alguém, uma ilha (pequena que seja, mas uma ilha que me salvaria). Poderia recorrer àqueles cuja genética não é compartilhada? Dificilmente. Tornei-me presa dos meus próprios espinhos: Quem se atreveria a ultrapassá-los? Como eu poderia sair? Entro em apoptose. Há uma pessoa a quem até poderia pedir ajuda, mas o medo me proíbe. Nela não sei para qual lado pende o fiel da balança: a necessidade de falar x o medo de se decepcionar.
(In)felizmente estas páginas cumprem metade de seu papel... Eu as crio, ninguém as lê. Exceto é claro o meu leitor, a quem inicialmente dedico estas páginas. Mas esse é o grande problema, ele é somente meu leitor, pois só a mim existe. Entro em apoptose, sem deixar debris. A imagem social se salva? Terá valido a pena?
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Koe (Voice) - Tsukiko Amano
If, for example, you lived at the bottom of the sea
I’d cut my feet off and become a fish
If I got closer to you the deeper I sank
I wouldn’t even mind becoming a shadow that wanders through the endless darkness
My shimmering haze hangs charmingly in the air
I was just drowning in the days that didn’t work out
You’re not here
I know that, I know that
As the sun rises and rises
It purifies the place where I am
The warm, warm wind takes away
The blue stamp imprinted on me
If, for example, these words reach you
You can rip out my vocal cords and throw them away
I was longing, longing
To have lost my stinging wounds
And for your warmth to take everything away
Even if it was just a dream
Your warmth is disappearing, disappearing
Taking with it the place where I am
I want to go to sleep wrapped in your arms
That even wipe out my punishment
The sun rises and rises
Purifying the place where I am
I want to sleep wrapped in your arms
That even wipe out my punishment
As your warmth disappears, disappears
It takes away the place where I am
The warm, warm wind takes away
The blue stamp imprinted on me
The pieces of my memories are rotting away
I don’t have enough piercings to cover myself
I'm forgetting you, you're fading
Your voice fades into the rabble
They're falling away, they're falling away
I don’t have enough piercings to cover myself
I'm forgetting you without a trace
Your voice fades into the rabble
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Medo
Agora tenho medo. Fiquei paralisado. O ar não saía nem entrava. Estático. O tempo parou. E aí é que toda a verdade desaba sobre minha cabeça. Quero fazer alguma coisa, desesperadamente. Mas não há nada a se fazer. É isso. É aceitar a realidade e tentar ter forças para seguir em frente. Será que elas existem mesmo?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Crimson Diary
sábado, 9 de janeiro de 2010
Crimson Diary
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Crimson Diary
Mas e se na verdade nós é que somos as pessoas ruins? Todas as histórias têm um vilão, que as personagens só descobrem quem é de fato nos capítulos finais. E sempre que as ouvimos é do ponto de vista dos mocinhos. E do ponto de vista dos malvados? Aliás, o que sentem e pensam os maus quando cometem seus atos, seus crimes? Provavelmente eles acham que agem correta e normalmente. Logo, como saber que nós é que não somos cruéis? Quem pode garantir que os nossos atos não são atrocidades, que nossas inimizades são na verdade a parte boa do conto? Às vezes me pergunto porque as coisas não funcionam tão bem comigo. Pode ser que eu seja um vilão e, portanto, não me é lícito ter um final feliz, e por isso das coisas não saírem como eu gostaria.
Por que desse sentimento de derrota? Às vezes sinto um grande vazio, como se eu não fosse uma pessoa de verdade, mas como se a vida fosse um autônomo: age, dorme, fala, come - inconscientemente. Na cabeça, muitos planos, idéias de outros tipo de vida que obviamente não podem (mas que gostariam de) ser. Escapismo. A realidade torna-se cada vez menos palatável. É como se eu estivesse passando a esperar uma grande revolução, que renove tudo. Enquanto isso, inércia.
Seria eu mesmo uma pessoa ruim?
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Perguntas de Começo de Ano
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
31.Dez.2009
O último dia do ano
não é o último dia do tempo.
Outros dias virão
e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida.
Beijarás bocas, rasgarás papéis,
farás viagens e tantas celebrações
de aniversário, formatura, promoção, glória, doce morte com sinfonia e coral,
que o tempo ficará repleto e não ouvirás clamor,
os irreparáveis uivos
do lobo, na solidão.
O último dia do tempo
não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida
onde se sentam dois homens.
Um homem e seu contrário,
uma mulher e seu pé,
um corpo e sua memória,
um olho e seu brilho,
uma voz e seu eco,
e quem sabe até Deus...
Recebe com simplicidade este presente do acaso.
Mereceste viver mais um ano.
Desejarias esgotar a borra dos séculos.
Teu pai morreu, teu avô também.
em ti mesmo muita coisa já expirou, outras espreitam a morte
mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,
e de copo na mão
esperas amanhecer.
O recurso de se embriagar.
O recurso da dança e do grito,
o recurso da bola colorida,
o recurso de kant e da poesia,
todos eles... e nenhum resolve.
Surge a manhã de um novo ano.
As coisas estão limpas, ordenadas.
O corpo gasto renova-se em espuma.
Todos os sentidos alerta funcionam.
A boca está comendo vida.
A boca está entupida de vida.
A vida escorre da boca,
lambuza as mãos, a calçada.
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
O Santo Homem!
Por que o homem é um santo? Eis as respostas!
1) Quem é obrigado a erguer os pés quando ela está fazendo faxina?
R: O prestativo homem!
2) Quem se veste como pingüim no dia do matrimônio?
R: O humilde homem!
3) Quem é que, apesar do cansaço e do stress, jamais poderá fingir um orgasmo?
R: O sincero homem!
4) Quem é obrigado a sustentar a amante esbanjadora?
R: O abnegado homem!
5) Quem se expõe ao stress por chegar em casa e não encontrar a comida quentinha, as crianças com o banho tomado, a roupa lavada,a cozinha limpa e o drink já posto sobre a mesa?
R: O doce homem!
6) Quem corre o risco de ser assaltado e morto na saída da boate, cada vez que participa dessas reuniões noturnas com os amigos,enquanto a mulher está bem segura em casa na sua caminha quentinha?
R: O desprotegido homem!
7) Quem é o encarregado de matar as baratas da casa?
R: O valente homem!
8 ) Quem é que toma banho e se veste em menos de vinte minutos?
R: O ágil homem!
9) Quem é que tem de gastar somas em dinheiro comprando presentes para o dia das mães, da esposa, da secretária e outras festas inventadas pelo homem para satisfazer à mulher?
R: O dadivoso homem!
10) Quem jamais conta uma mentira?
R: O ético homem!
11) Quem é obrigado a ver a mulher com os rolinhos nos cabelos e cara cheia de cremes?
R: O compreensivo homem!
12) Quem tem que passar por uma TPM calado todo mês?
R: O calmo homem!
13) Quem está lendo isso às escondidas para poder dar boas risadas, já que se for surpreendido corre o risco de ser agarrado pelo pescoço?
R: O indefeso homem!
DEUS ABENÇOE O SANTO Santo Homem !!!!
Retirado de Testosterona
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A lágrima
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
18.Dez.2009
Estou lendo lendo um livro do Júlio Cortázar, O Jogo da Amarelinha, é um livro bem singular... Primeiro porque a leitura dos capítulos não segue uma ordem linear, quer dizer... a história central sim... eu poderia lê-la do Cap.1 ao Cap.56... mas aí existem um monte de capítulos que o autor denomina de "prescindíveis" e que se intrometem na história: O Cap. 73, por exemplo, vem antes do Cap.1. Estes capítulos extras na verdade não tem haver com a história propriamente dita, mas abordam muitas coisas filosóficas e, freqüentemente, confusas... A leitura é realmente como um jogo de amarelinha, aos saltos... Com certeza este é um livro que deve ser lido muitas vezes até que se abstraia um mínimo de significado real... É um clássico, na melhor definição de Ítalo Calvino: "Um clássico é um livro que nunca termina de dizer aquilo que tem a dizer".
Cara, preciso aprender a entrar menos na Internet... Eu sou muito viciado nesta caixa preta luminosa... Gasto horas facinho em frente da tela... Quanta coisa eu poderia fazer de mais produtivo neste tempo... Mas um vício é sempre difícil de largar... Whatever... Pelo menos admito que sou viciado em Internet, acho que já é um passo importante, não é?
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Batalha
Venci alguns bloqueios, aprendi a ter menos medo, ainda tenho medo. Felizmente aos poucos vou enfrentando-os, e percebo que o risco é inevitável para se atingir a felicidade, a constância é sempre mais fácil, menos trabalhosa, acomodada, mas é pequena e medíocre. Se tudo funcionar, ano que vem estarei começando uma IC no laboratório de Micologia da FCF-USP, é a minha principal meta agora.
Tantos planos para 2010... Seria realmente certo fazê-los? Não há sempre o espectro da decepção nos rondando? Mas também existe o da esperança. Duas entidades que se digladiam. O vencedor? Depende de quem você apóia de verdade. Livre-arbítrio é um peso, mas como é bom se sentir senhor de si. Será que isso que é crescer?
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Transitoriedades, ou o último dia de mais um ano fábico
Vinícius de Morais
Idem